Essa fome que faz o amor devorar nosso mundo é plenitude: não é comer para saciar fomes. É para alimentar o movimento do coração. Da alma.
O cotidiano, veja bem, não come. Engole. Não sente nem o gosto. Quase uma ameba. Mas veja bem, o cotidiano é uma ameba, uma amebinha. Não vamos nos zangar. Basta colocá-la em seu devido lugar. Na barriga, boiando, ajudando a digerir essas coisas que não alimenta o amor.
Dá uma olhadinha nessas palavras aqui:
http://garotasquedizemni.ig.com.br/archives/002423.php#more
É muito lindo o texto…
Essa fome que faz o amor devorar nosso mundo é plenitude: não é comer para saciar fomes. É para alimentar o movimento do coração. Da alma.
O cotidiano, veja bem, não come. Engole. Não sente nem o gosto. Quase uma ameba. Mas veja bem, o cotidiano é uma ameba, uma amebinha. Não vamos nos zangar. Basta colocá-la em seu devido lugar. Na barriga, boiando, ajudando a digerir essas coisas que não alimenta o amor.